
Os maxicolares conquistaram de vez um lugar de respeito no mundo da moda. Peças de design assinado apareceram em quase todas as produções de moda daqui e de fora.
Juntinho ao pescoço ou pendurados despretensiosamente nele. Minimalistas ou mais ousados… As peças ganham versões poderosas, que variam de inspiração étnica, a modelos feitos com pedras, de metal, acrÃlico e até barro.

Eles podem ser usados sozinhos ou combinados com anéis enormes para definir um look moderno. Mas também está valendo resgatar no porta joias da famÃlia aqueles usados pela vovó, como um quê todo especial, vintage. O bom é tê-los – e quanto maiores, melhor.
No mercado, os acessórios trazem sementes, cipós, casca de árvores, folhas e frutos secos, madeiras, osso, chifre, escamas e peles de peixes variados e tudo mais que a imaginação mandar para criar seus maxicolares.
Segundo Mary Figueiredo Arantes, da Mary Design, os maxicolares foram lançados no mercado há uns dois anos pelo designer Tom Binns, que fez e continua fazendo colares quase joias, com mistura inusitada de materiais nobres a outros mais pobres.
Fonte e fotos | Estado de Minas, 22/4/12
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