
Durante muito tempo insistiram que o belo estava ligado à magreza, ao corpo sem gorduras e às poucas curvas. A imagem também já foi essa: mulher magra, de seios médios, quadris curvilíneos e brancas.
Com isso, vieram os regimes impossíveis, academias, lipos, plásticas, cirurgias, mulheres infelizes, frustadas e anoréxicas. Mas o estereótipo tem mudado de cara, ou melhor, de corpo inteiro.
E a mudança, que quebra os paradigmas mais cruéis, está nas ruas, em casa, na TV e também na moda. Se antes estar acima do peso era motivo de vergonha para muitas, hoje os quilinhos extras não são mais motivo de lamentação.

Não ter as mesmas medidas das modelos se tornou sinônimode libertação, principalmente para aquelas que estão certas de que a felicidade não está na balança, mas, sim, na leveza de se sentir bem consigo mesma para, assim, admitir-seumamulher real.
A prova está no evento que chega, pela segunda vez, a Belo Horizonte: o Dia da Modelo Plus Size.
Criado em São Paulo pela empresária Renata Poskus Vaz, o encontro será no fim de semana que vem e é voltado às mulheres com manequim acima do 44.
Quem se inscreve pelo valor de R$ 500, faz umbook fotográfico profissional, com direito a maquiadores e figurino de grifes.
SERVIÇO
Dia da Modelo Plus Size
31 de março e 1º de abril
Informações: (31) 3313-4879/9432-6804
Fonte e fotos | Jornal Estado de Minas, 25 de março ; blogspot
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