
Em cartaz na Galeria de Arte do Sesi-SP, na Fiesp, a exposição Joias do Deserto, de Thereza Collor, é visitada por 35 mil. A historiadora comemorar o sucesso da primeira apresentação pública que faz da rara coleção: um acervo de 4 mil peças garimpadas por ela em viagens por roteiros exóticos.
Joias do Deserto foi fragmentada em cinco núcleos multidisciplinares, determinados por cada uma das regiões desérticas abordadas. Entre as joias, destaque para os braceletes em forma de serpente, do Afeganistão, com desenho que remete aos modelos usados na antiguidade.

Em cada viagem que fez, e já perdeu as contas de quantas, visitou feiras, souks, riads, medinas e comunidades comprando coisas que a interessavam–boa parte delas, para seu uso pessoal. “Via um acessório, uma roupa, um tecido que me chamava a atenção e ia adquirindo aquelas coisas”, até um dia em que o olhar de historiadora falou mais alto e começou a montar um acervo.
Em cartaz somente até domingo, em São Paulo, a mostra tem entrada gratuita e vêm recebendo um grande público: mais de 500 visitantes por dia. Visitas guiadas por Thereza são parte da atração.
Fonte e fotos | Estado de Minas, 10/6/12
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