
Filha de ciganos, Rita Hayworth conquistou o mundo com seu charme, principalmente entre os homens. A fama transformou-a nas maiores estrelas da década de 40 e 50.
Antes do estrelato ela se chamava Rita Cansino e subiu aos palcos,pela primeira vez, aos 12 anos de idade. Ao longo da adolescência se apresentou várias vezes em cassinos, na fronteira dos Estados Unidos e México. E foi dançando, que ela atraiu a atenção de produtores.

Em 1935, assinou contrato com a Fox e estreiou como coadjuvante e “Sob o Luar dos Pampas” (1935). Mas, somente em 1937, quando casou-se com seu empresário, mudou o nome para Rita Hayworth, sobrenome da sua mãe. Mudou a cor dos cabelos de castanho para ruivo, o que a deixaria famosa.
Posteriormente, pela Columbia Pictures fez o filme “Paraíso Infernal” (1939), de Howard Hawks, estrelado por Cary Grant. Pela MGM fez o filme, “Uma mulher original” (1940), de George Cukor.
No ano seguinte, pela Warner Bross, estrelou “Uma loira de açúcar” (1941), de Raoul Walsh; pela Fox, fez a personagem Doña Sol, no filme “Sangue e Areia” (1941), de Rouben Mamoulian. Este filme a lançou como símbolo sensual.
Rita Hayworth, nos anos seguintes, estreiou musicais como “Ao compasso do amor” (1941), “Bonita como nunca” (1942), ambos estrelados por Fred Astaire e “Modelos” (1944), com Gene Kelly. O sucesso foi chegando, mas a vida amorosa de Rita deslanchou, com o divórcio do primeiro marido, em 1942.

O auge da beleza de Rita Hayworth foi no clássico “Gilda” (1946), de Charles Vidor, em que a personagem de mesmo nome encantou em cena com vestido longo preto e luvas. Um vestido sensual e que virou um clássico. “Gilda” virou o filme mais importante da sua carreira, mas também marcou o fim da era de ouro em Hollywood.

Em 1948, já casada com Orson Welles, estrelou “A Dama de Xandai”. O filme não agradou ao público, pois Welles, pediu que sua personagem no filme cortasse o cabelo e ficasse loira. Fez outros filmes como: “Salomé” (1953), de William Dieterle; “A mulher de satã” (1953), de Curtis Bernhardt; “Meus dois caminhos” (1957), de George Sidney, filme que contracenou com Frank Sinatra.
Rita virou símbolo de sensualidade, seja pela sua beleza, como pelos figurinos glamourosos. A ponto de em algumas declarações, Rita afirmar que “os homens iam pra cama com Gilda, mas acordavam com Rita“, tudo por conta dessa aura de sensualidade em torno dela.
Fotos | Fashion Bubbles, Flavio Gomes, Blog Demais, Image Shack
Comentários
Rita semppre foi uma belíssima mulher. Mas além disso, dona de um invejável talento como dançarina, o que podemos comprovar com o filme "Quando os deuses amam", está sensacional em cada cena. No filme " “Meus dois carinhos” (1957), em que contracena com Sinatra e rivaliza com Kim Novak também demonstra uma beleza fora do comum. Rita, sempre eterna em nossos corações cinéfilos. Parabéns pelo post, gostei muito.
Eu adóro todos os filmes de Rita, acho éla linda , e para sempre serei sua fã,gostei muito do filme Quando os Deuses amam, Gilda, e outros, se alguém que é fã e quiser se comunicar comigo, meu orkut para adicionar é taniamarquesleonardo@hotmail.com.
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