
O casamento perfeito é o desejo de muitas pessoas, e sonhar com o vestido de noiva faz parte dos preparativos que antecedem o casamento. Qualidade, requinte, diversidade, exclusividade e um atendimento personalizado são critérios que definem o que a maioria das mulheres buscam para esse momento especial.
Além disso, toda noiva quer ficar bonita. Para isso, o vestido precisa valorizar o seu tipo físico, estar de acordo com o seu estilo e ter um custo adequado ao seu orçamento. E todos os requisitos são preenchidos pela marca mineira Íris Clemência.

Às vésperas de complementar 25 anos de atendimento no segmento festa e casual, Íris Clemência oferece um mix de produtos que vai da roupa mais adequada aos acessórios. Há cinco anos com um espaço destinado somente às noivas na loja de Lourdes, a empresária também trabalha com uma linha própria de vestidos de casamento feitos sob medida e com a marca espanhola San Patrick , cuja representação pela loja é exclusiva no estado.
Segundo a empresária, existem dois perfis de noiva: a romântica clássica, que aprecia rendas, babados, laços e flores, e a mais sensual, que opta pela modelagem justa e decotada e as transparências.
Suas encomendas, exclusivamente para venda, são aceitas com uma antecedência mínima de seis meses para modelos mais trabalhosos. Tempo que Íris e a assessora de estilo Valéria Campos Stancioli usam também para investigar a fundo os desejos da cliente.
“Quase sempre ela chega sabendo o que quer”, diz, ressaltando que o trabalho maior nesse caso é lapidaro desejo de cada uma. Experiência capaz de fazer com que um estilo mais clean venha a ganhar um bordado ou um vestido mais rebuscado dê lugar a um estilo mais limpo. O desafio, conta a empresária, é encontrar um ponto de equilíbrio que satisfaça à cliente.
Um vestido de noiva na Íris Clemência custa a partir R$ 2,5 mil, o mais básico. Entre os mais desejados atualmente estão os brancos e off-white drapeados, os de tules plissados e os com renda guipure rebordada em variados modelos que “abraçam a noiva”, diz.
Fonte e fotos | Estado de Minas, 15/4/12
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