
A cobertura das unhas com pigmentos existe desde três mil anos antes de Cristo, entre as egípcias, que criavam misturas com base em goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha.
Cleópatra chegou a criar um decreto que proibia o uso de cores vermelhas – exclusividade dela -, e, ao longo da história, muitos reis e rainhas pintavam a ponta dos dedos nas cores negra, prateada e dourada, como sinal de status.

A indústria dos esmaltes como conhecemos hoje, no entanto, só teve início na primeira metade do século 20, a partir de uma descoberta da indústria automotiva, que criou uma base que recebia pigmentos de origem mineral.
Logo, a Revlon lançou os primeiros produtos, que caíram no gosto do público apenas depois do aval de estrelas do cinema como Rita Hayworth, Gloria Swanson e Jean Harlow.
De lá para cá, não param de surgir novas marcas e estratégias de fabricantes para surpreender uma consumidora já “rendida” pela possibilidade de estar na moda a partir do uso de um acessório que diz muito sobre tendências mas têm como principal apelo o ser democrático.
O custo médio de um frasco de grife nacional não ultrapassa os R$ 4, tornando-o o acessório mais democrático que existe.
Fonte | Estado de Minas, 26/2/12
Fotos | colunas
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